CALENDÁRIO ACADÊMICO 2005

Casa do Saber - Forum

Terça-feira, Maio 31, 2005

Terça-feira, Maio 31, 2005

Segue abaixo a programação da semana de historia . As inscriçoes custam 10 reais e podem ser feitas no D.A de historia da UFPE.No entanto todas as atividades sao abertas a ouvintes.Divulguem e compareçam!!!qualquer dúvida dahistoriaufpe@hotmail.com
Semana Acadêmica e Cultural de História

06 a 10 de junho de 2005 / CFCH-UFPE

Realização D.A. Historia UFPE

PROGRAMAÇÂO
06/06/2005 Segunda Feira

-10:00h-Credenciamento

-14:00h-Abertura-Auditório do CFCH

-14:30h-Palestra: “A arqueologia e Patrimônio”

Suelly Luna (UFRPE)

Alex Genner (Caixa Econômica)

-17h às 18h- Exposição - Arqueologia Histórica em Pernambuco

Auditório do 11 Andar

-19:00h-Apresentação Cultural – Media Sanna

07/06/05 Terça feira

-10:00h - Comunicações

-14:00h – Mídia e Globalização Auditório do CFCH

Filme : “ Para além do Cidadão Kane”

Debate com o Prof. Luis Momesso(UFPE)

-17:00h Lançamento do livro Cachaça

Autor: Francisco Julião ( Auditório do 11 Andar)
-18:30h Palestra: Trinta anos da Guerrilha do Araguaia

Marcilia Gama ( ARQ.Jordão Emereciano)

Michel Zaidan ( Cientista Político)

Alanir Cardoso (Pres.Estadual do PCdoB)

08/06/05 Quarta Feira

-10:00h Comunicações

-14:00h Palestra :História e a Consciência do Homem ( Auditório CFCH)

Prof. Emir Sader (UERJ)

-Lançamento da Revista Margem Esquerda numero cinco

18:30 Palestra:Historia e as Artes (Auditório CFCH)

Antonio Alves (UFPE),Isabel Guillen(UFPE),Paulo Marcondes(UFPE)

09/06/05 Quinta Feira

10:00h- Comunicações

14:00h Mesas Redondas

-Idéias e narrativas da História:Uma leitura entre

a modernidade e a Pós-modernidade ( Auditório 11 Andar)

Tauá Pires ( Gradunda Hist.UFPE)

Carl Schurster

Pablo Henrique (Graduando Hist.UFPE)

Albino Dantas ( Graduando Hist.UFPE)

-Africa Brasileira ( Auditório 14 Andar)

Marcos Pessoa

Marcus Carvalho ( UFPE)

Ivaldo Marciano (UFPE)

Valteir Silva (UFPE)

-Relações Brasil-Argentina( Auditório 15 Andar)

Marco Costa Lima (UFPE)

Marc j. Hoffnagel (UFPE)

-17:00h Lançamento do livro

“ A arte da cura no Tempo da Colônia” do Prof. Carlos Miranda

-18:30 Ensino da História no nível Fundamental e Médio( Auditório CFCH)

José Batista neto (UFPE)

Severino Vicente (UFPE)

Alexandre Amorim


10/06/05 Sexta Feira

09:00h Mesas Redondas

História Cultural:Propostas e desafios ( Auditório 11 Andar)

Isabel Guillen,Severino Vicente, Ângela Grillo(UFRPE)

60 Anos do Fim da Segunda Guerra Mundial (Aud.14 Andar)

Luciano Cerqueira(UFPE), Prof.Vantuil (UNICAP)

-14:00h Os Cinqüentas Anos das Ligas Camponesas

Socorro Ferraz(UFPE), Christine Dabat(UFPE),Jaime Amorim(MST),Anatólio Juliao, Zito da galileia (Participante das Ligas Camponesas)

18:00h Encerramento – ATIVIDADE CULTURAL

Sábado, Maio 28, 2005

Sábado, Maio 28, 2005

Estou devendo este há um bom tempo. Direto do Linhas Tortas:

O Monte Negro

Erguia-se no horizonte o pobre Monte negro,
Que em tempos distantes, antes do samba sair,
Causava nos mais pedantes, o ínfimo Negro,
Vertigem de tolo, o monte sem ouro ou rubi.

Dura, as picaretas cavaram profunda gruta.
Mineradores perfuravam o Negro Monte
Dia e noite, afrouxando o túnel da caverna puta.
Deflorando, não mais sentia os viandantes.

Mas tinha que entrar devagarzinho; com jeito!
Pois oco o Monte Negro ficou. Frouxo e porco!
Restos da consumação, muito lixo, esterco.

"Grande" Monte, mas vazio. Negro, mas sem cor.
Penso numa miragem, ó pobre morto horto,
Outrora altivo, hoje marco d'ausência de valor.

(D.V. 17/02/04)

Sexta-feira, Abril 29, 2005

Sexta-feira, Abril 29, 2005

Ontem na aula de História do Brasil VII, a discussão sobre o ANARQUISMO, me deixou um tanto pensativo. Seria esse modelo um retrocesso na História como afirmava nossa colega? Eu siceramente acho que não, ao contrário, nós acreditamos que a organização da sociedade (e desorganização também) é papel do estado. Assim, muitos não concebem um vida organizada sem judiciário, executivo e legislativo, ou qualquer outra forma de organização política, desde que estejamos limitados a um estado, dessa forma a sociedade só existe com a presença do estado, e só.
As pessoas estão limitadas à existência do estado, suas vidas depende dele, dessa forma me pergunto: não seria um grande progresso da humanidade se emancipar do estado? o ANARQUISMO, obviamente é inviável em nosso contexto, mais isso não quer dizer que não possa ser colocado em prática.
A questão que gostaria da opnião dos colegas não é da viabilidade histórica do ANARQUISMO, mais sim a afirmação de que O ANARQUISMO É UM RETROCESSO, e vocês concordam?

Sexta-feira, Abril 15, 2005

Sexta-feira, Abril 15, 2005

Acabo de saber por Thiago que o pessoal do SIG@ já informou se as cadeiras pendentes foram confirmadas ou negadas. Acessem o quanto antes para verificar no sistema.

Domingo, Abril 10, 2005

Domingo, Abril 10, 2005

Alguém por aqui ainda pretende debater alguma coisa? Estou propondo uma discussão no meu blogue particular; o assunto é o que segue abaixo, e, depois de relê-lo, compreendi que talvez possa interessar algum dos colegas da sala. Quem quiser opinar, fique à vontade.
MÉDICOS VERSUS SAPATEIROS: PRIMEIRA PARTE
Alguém aqui já se perguntou por que existe a desigualdade? Eu já. Tenho me feito esta indagação vez ou outra, procurado verificar na ordem das coisas que elemento é esse que determina ser obrigatório e necessário que a riqueza não pertença a todos, antes se acumule nos bolsos de uns e nunca alcance as mãos de outros. Será que essa desigualdade é mesmo inelutável? Será que, como pré-condição da civilização, uma classe precisa elevar-se acima das outras classes, e guardar para si os benefícios da produção material, enquanto a porção muitíssimo maior da humanidade chafurde na penúria, nas dificuldades da pobreza, ou mesmo na miséria? Que lei é essa, que determina que o grande pão do mundo seja assim tão maliciosamente dividido, uns recebendo fartas e deliciosas porções, amanteigadas, recheadas de passas e figos, quentinhas e macias, e outros tendo de se consolar com migalhas, magras fatias sem gosto, amassadas, mofadas e velhas? Não seria possível perverter essa equação nefasta, e partilhar, não em completa igualdade, mas com maior equivalência, os bens e serviços que a nossa sociedade produz? São essas as perguntas que eu me fiz a mim, e que agora faço ao amigo leitor.
De minha parte, como meio de iniciar a análise, propus-me uma pergunta: é justo que um médico ganhe mais do que um sapateiro? Acreditei que, se me esforçasse ao máximo para esmiuçá-la, talvez começasse a entrar na compreensão do problema da desigualdade. Que diferenças existem entre um médico e um sapateiro? Ou entre um juiz e uma faxineira? Ou entre um empresário e um gari? Como é possível justificar a maneira com que a riqueza se reparte entre esses tipos de pessoas? Até onde é justa? Até onde é certo que uns vivam no conforto e na abundância, e outros não? Por outro lado, o que aconteceria com a ordem social se essa desigualdade fosse combatida ao extremo? E se adotássemos a proposição de Platão – que recomendava estabelecer-se um limite para a acumulação da riqueza – e proibíssemos qualquer cidadão de receber, sei lá, mais de vinte salários-mínimos? O que o meu bom leitor pensa disso? Os comentários estão abertos aos que quiserem opinar.
Repito a pergunta: é justo que um médico ganhe mais do que um sapateiro? A minha resposta é não. Meu próximo artigo, se nenhum acontecimento fatal acontecer a mim ou à internete, será para demonstrar as convicções que me levam a crer que isto não só é injusto, mas é também uma das causas da condição abominável deste mundo, a razão de guerras, de crimes, de tristezas, e dessa competição e dessa ganância animalesca que hoje nos cerca e nos sufoca. Duvido que eu chegue a convencer um só dos amigos, mesmo porque eu nunca encontrei em toda a minha vida alguém que, depois de um debate, reconhecesse: “você tem razão, eu estou errado; você me convenceu”. Parece haver certa vergonha em admitir-se vencido em um debate, porventura pela imaginação de que o vencido é menos inteligente ou menos sagaz do que o vencedor. Competição, competição, sempre competição.


Lorde Clementino, Marquês de Par At Hibe

Terça-feira, Abril 05, 2005

Terça-feira, Abril 05, 2005

Mais um dia, mais uma vez o SIG@ fora do ar. E para deixar bem claro, hoje o pessoal do CTG inicia as suas matrículas.

Segunda-feira, Abril 04, 2005

Segunda-feira, Abril 04, 2005

E atenção!! O SIG@ está fora do ar. Mais uma incompetência patrocinada pelo NTI.